quarta-feira, 17 de junho de 2009

terça-feira, 16 de junho de 2009

quarta-feira, 20 de maio de 2009

O Melhor Amigo da Noiva

terça-feira, 28 de abril de 2009

A novidade, Twitter


Mais uma novidade chega à vida dos internautas, o MSN, os Blogs e os Orkuts, parecem até coisa do passado. O novo sistema pode ser entendido como conjuntos de comunidades interligadas, amigos, pessoas de grupos distintos, pessoas conhecidas e desconhecidas em fim, navegadores que mandam updates e flashes do que estão fazendo naquele dado momento ou, no que ele deseja a atenção do outro.

As mensagem do Twitter são curtas e online, que podem ser vistas por várias pessoas ao mesmo tempo. A primeira impressão parece algo fútil, mas quando se toma certa intimidade com o sistema, muita coisa faz sentido. Você se torna uma pessoa antenada e atualizada no seu circulo de amizades, descobre novidades e o que as outras pessoas estão lendo entre outras coisas. Os tipos de mensagens são: “Indo ao salão”, “Estudando cálculo”, e também muitas dicas de leitura como: “Leia notícias sobre Orkuts”, “MST invade Pernambuco”. Ter um Twitter é bem simples, você precisa se cadastrar no site do twitter, que é um site em inglês, mas que exige somente o básico. No mais as mensagens conterão os conteúdos básicos: O que você está fazendo, Algo que você está vendo, Algo que você quer fazer ou Algo que você quer que os outros vejam.
E mesmo que você troque suas mensagens, elas ficaram armazenadas na página pessoal no arquivo. A peculiaridade é ainda, é que é impossível editar ou modificar as mensagens, portanto pense bem antes de escrever.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

O jornalista Atual - Pollyana Ferrari



A jornalista e professora Pollyana Ferrari, autora dos livros "Jornalismo Digital" e "Hipertexto, Hipermídia" e, também consultora web em informação e mídia social, Professora da PUC-SP e Doutora em Comunicação Social pela USP. Em entrevista dada à André Deak, professor de webjornalismo explica algumas coisas que acha importante para o jornalista. Fala sobre a importânicia deste profissional ser um "backpacking reporter", o repórter multimídia, aquele que contém um currículo extenso, cheio de capacitações. Não basta só falar ou escrever bem. A tecnologia chegou e à todo tempo tem que haver atualizações nos requisitos.

A jornalista ressalta a importância do Jornalismo Digital que hoje é uma referência geral e já tem sido adotado nas salas de aulas de todos os cursos de jornalismo do país. Já participei de mais de 100 monografias e teses sobre Jornalismo. "Puxa, diria que a Web amadureceu, a blogosfera explodiu — isso não tínhamos em 2004. As redes sociais — tema do meu doutorado — praticamente estavam nascendo com o crescimento do Google e Orkut", afirma entusiasmada Pollyana.

A professora não vê as redes sociais como uma ameaça aos repórteres, mas como um tesouro a ser descoberto. Segundo ela estamos vivendo na web uma grande experiência.
No que diz respeito a blogosfera, acha que o jornalista tem muito à ganhar, vendo que é um meio onde ele pode mostrar seu trabalho e escrever livremente. Os blogs hoje já são um novo costume dos internaltas, que já colecionam listas de endereços sobre atualidades e assuntos com os quais se identificam. Acha uma experiência fundamental. Não só para treinar a linguagem, mas para criar o hábito diário de se reciclar e navegar. É interessante quando a jornalista diz que Blogueiro mesmo, é aquele que incorpora 24×7, explica: "Sete dias por semana, 24 horas ligado". Se atualizar nos dias de hoje é com certeza a melhor experiência profissional.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Paula Oliveira em Zurique








Barrigas da Imprensa


As Barrigas na imprensa brasileira já renderam muito, desde 1981, quando Aramis Millarch, artigo publicado por José Wanderley Dias, advogado jornalista e ex-radialista expunha sua coleção de barrigas da imprensa, desde a década de 50. Na coleção uma das preciosidades citadas foi à publicação em que aparece a esposa de um ex-presidente da que ganhou o primeiro automóvel fabricado no Brasil. A primeira dama aparece então dirigindo um Romisete e em baixo a seguinte frase: “Primeira Dama da Nação é de construção forte, ainda que por suas pequenas dimensões de fácil manejo”. Pela situação e referências, dá para adivinhar quem era a primeira dama. Este é só um dos relapsos que a imprensa repete diariamente.


Paula Oliveira, a brasileira que vivia em Zurique, provavelmente tinha seus problemas. Num surto para chamar a atenção desnorteou o Pai aqui no Brasil, o que é muito aceitável. Saber que a filha grávida sofreu agressões racistas por estrangeiros gera imensa revolta. O que não é aceitável é uma emissora tão poderosa como a globo não enviar um jornalista para investigar e averiguar os outros envolvidos e, de primeira mão publicar um caso de xenofobia sendo que nem mesmo o País onde ocorreu o crime não se manifestou.

Notícia, não é fofoca de vizinhança, é utilidade pública. A publicação podia ter levado os outros brasileiros a manifestações, revoltas e atitudes severas diante do crime mencionado. A moça tinha o corpo todo riscado e pior estava Grávida, que monstros fariam esse tipo de coisa? Seria mesmo importantíssimo para o bem público se fosse tudo verdade e não tivesse o desfecho que teve. Um caso que envolveu a imagem do país, seus partidos, seu povo. Tudo exposto diante do mundo todo. De todos os casos essa foi a maior "barriga" da história do jornalismo brasileiro mostra a que ponto chegamos em termos de informação ou desinformação.
Vários problemas ocorrem sim com nossos imigrantes nas fronteiras, mas os casos nunca mobilizaram a imprensa e nunca houve investigações que também comprovasse tal fato. O negócio é ibope, não há nada mais tocante do que nacionalismo ofendido.