quinta-feira, 2 de abril de 2009

O jornalista Atual - Pollyana Ferrari



A jornalista e professora Pollyana Ferrari, autora dos livros "Jornalismo Digital" e "Hipertexto, Hipermídia" e, também consultora web em informação e mídia social, Professora da PUC-SP e Doutora em Comunicação Social pela USP. Em entrevista dada à André Deak, professor de webjornalismo explica algumas coisas que acha importante para o jornalista. Fala sobre a importânicia deste profissional ser um "backpacking reporter", o repórter multimídia, aquele que contém um currículo extenso, cheio de capacitações. Não basta só falar ou escrever bem. A tecnologia chegou e à todo tempo tem que haver atualizações nos requisitos.

A jornalista ressalta a importância do Jornalismo Digital que hoje é uma referência geral e já tem sido adotado nas salas de aulas de todos os cursos de jornalismo do país. Já participei de mais de 100 monografias e teses sobre Jornalismo. "Puxa, diria que a Web amadureceu, a blogosfera explodiu — isso não tínhamos em 2004. As redes sociais — tema do meu doutorado — praticamente estavam nascendo com o crescimento do Google e Orkut", afirma entusiasmada Pollyana.

A professora não vê as redes sociais como uma ameaça aos repórteres, mas como um tesouro a ser descoberto. Segundo ela estamos vivendo na web uma grande experiência.
No que diz respeito a blogosfera, acha que o jornalista tem muito à ganhar, vendo que é um meio onde ele pode mostrar seu trabalho e escrever livremente. Os blogs hoje já são um novo costume dos internaltas, que já colecionam listas de endereços sobre atualidades e assuntos com os quais se identificam. Acha uma experiência fundamental. Não só para treinar a linguagem, mas para criar o hábito diário de se reciclar e navegar. É interessante quando a jornalista diz que Blogueiro mesmo, é aquele que incorpora 24×7, explica: "Sete dias por semana, 24 horas ligado". Se atualizar nos dias de hoje é com certeza a melhor experiência profissional.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Paula Oliveira em Zurique








Barrigas da Imprensa


As Barrigas na imprensa brasileira já renderam muito, desde 1981, quando Aramis Millarch, artigo publicado por José Wanderley Dias, advogado jornalista e ex-radialista expunha sua coleção de barrigas da imprensa, desde a década de 50. Na coleção uma das preciosidades citadas foi à publicação em que aparece a esposa de um ex-presidente da que ganhou o primeiro automóvel fabricado no Brasil. A primeira dama aparece então dirigindo um Romisete e em baixo a seguinte frase: “Primeira Dama da Nação é de construção forte, ainda que por suas pequenas dimensões de fácil manejo”. Pela situação e referências, dá para adivinhar quem era a primeira dama. Este é só um dos relapsos que a imprensa repete diariamente.


Paula Oliveira, a brasileira que vivia em Zurique, provavelmente tinha seus problemas. Num surto para chamar a atenção desnorteou o Pai aqui no Brasil, o que é muito aceitável. Saber que a filha grávida sofreu agressões racistas por estrangeiros gera imensa revolta. O que não é aceitável é uma emissora tão poderosa como a globo não enviar um jornalista para investigar e averiguar os outros envolvidos e, de primeira mão publicar um caso de xenofobia sendo que nem mesmo o País onde ocorreu o crime não se manifestou.

Notícia, não é fofoca de vizinhança, é utilidade pública. A publicação podia ter levado os outros brasileiros a manifestações, revoltas e atitudes severas diante do crime mencionado. A moça tinha o corpo todo riscado e pior estava Grávida, que monstros fariam esse tipo de coisa? Seria mesmo importantíssimo para o bem público se fosse tudo verdade e não tivesse o desfecho que teve. Um caso que envolveu a imagem do país, seus partidos, seu povo. Tudo exposto diante do mundo todo. De todos os casos essa foi a maior "barriga" da história do jornalismo brasileiro mostra a que ponto chegamos em termos de informação ou desinformação.
Vários problemas ocorrem sim com nossos imigrantes nas fronteiras, mas os casos nunca mobilizaram a imprensa e nunca houve investigações que também comprovasse tal fato. O negócio é ibope, não há nada mais tocante do que nacionalismo ofendido.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008


quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Semana da Comunicação - Novas Mídias

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Quem Leva ?





Segundo Turno: Leonardo Quintão X Márcio Lacerda

Uma pesquisa de Ibope realizada nesta terça-feira 14, que está registrada no Tribunal Regional Eleitoral de Minas, TRE, revelou que Leonardo Quintão, do PMDB tem 51% dos votos e Márcio Lacerda, do PSB, 33%. Os Votos brancos e nulos são 6%. E os eleitores que não sabem ou não responderam somam 9%. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.



No primeiro turno, todas as pesquisas realizadas indicavam Márcio Lacerda como vencedor. Candidato da Aliança, apoiado pelo governador de Minas Gerais Aécio Neves, e pelo ex-prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel (PT), Márcio teve um primeiro turno confiante da vitória durante toda a campanha. Até que veio a surpresa nas ultimas horas das apurações e, Leonardo Quintão superou as pesquisas conseguindo levar os eleitores a um segundo turno.

Márcio Lacerda foi secretário-executivo do Ministério da Integração Nacional em 2003. Entre abril de 2007 e maio de 2008, foi secretário de Desenvolvimento Econômico de Minas. Deixou a secretaria para concorrer à Prefeitura de Belo Horizonte. Já Leonardo Quintão começou sua carreira política como vereador de Belo Horizonte nas eleições de 2000 e, em 2002, obteve mais de 60 mil votos e se elegeu deputado estadual. Nas eleições de 2006, foi eleito deputado federal, tendo alcançado mais de 135 mil votos. Leonardo Quintão foi o nono mais votado de Minas Gerais em 2006.

A disputa destes dois candidatos na principal cidade mineira, promete atrair as atenções do país no segundo turno. O que não resta dúvidas é o candidato Leonardo Quintão tem assumido liderança na opinião dos mineiros. Com carisma e determinação de suas idéias e sem o apoio das elites políticas.


N.G

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

O Sonho Custa Caro


O auto custo das formaturas desilude os alunos que estudam de quatro a cinco anos nos cursos de graduação das Universidades e Faculdades. Os alunos já pagam um preço exagerado para manter seus estudos. E quando se fala em formatura, apesar do sonho desde a infância é difícil participar. Muitos alunos tem dificuldades em manter as mensalidades, e a cada semestre tentam regularizar situações de débitos. Quando começam a pensar nas festas de fim de curso, o custo mensal que é somado as mensalidades, é de R$ 60 à R$ 75 reais mensais. O que é difícil conciliar.

Várias turmas, desde o primeiro período começam a organizar os preparativos para a formatura. Colação de grau, baile, convites e fotografias e quase sempre, a maior parte da turma desiste por causa dos autos custos, o que acaba aos poucos desfazendo a comissão. Foi o que aconteceu com Samara Scoralick, 23 anos, estudante de jornalismo do 7º período. Que sonhou com o momento de vestir a beca e receber o canudo mas agora na reta final, vê que o sonho é impossível. Não só ela desistiu por condições financeira, mas toda a turma.


O diploma com certeza será entregue após os quatro ou cinco anos, porém o sonho do estudante é mais do que isso. É poder compartilhar o momento com todos aqueles que de uma forma ou de outra, contribuíram para a realização do seu sonho.



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Sonho de uma formatura